Falta de representatividade e democracia racial e de gênero, por Alexandra Loras

Alexandra Loras, mestre em Gestão de Mídia pela Sciences Po, palestrante em raça, gênero e diversidade e ex-consulesa da França, conversa com Sabine Righetti sobre falta de representatividade e a necessidade de revisão do papel da mulher e dos negros na sociedade.

Loras fala ainda sobre a sua experiência no Brasil e a importância da quebra de padrões e estereótipos para atingirmos uma consciência mais humana.

A ex-consulesa discute também a necessidade de entendermos a diversidade como uma riqueza e não uma tragédia, e pontua: “Somos todos responsáveis por reequilibrar o que vamos contar para nossas crianças hoje e amanhã”.

Para ver esta e outras entrevistas, acesse: http://umbrasil.com

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4 Responses

  1. Priscila Nonato says:

    Excelentes colocações , o racismo no Brasil é latente e permeia a vida dos negros que aqui moram em todas as esferas da sociedade ,muito triste saber que equiparação com as pessoas brancas vai levar décadas .

  2. Ali Coyoti says:

    Que entrevista fantástica. Não retiro uma vírgula do que a entrevistada disse. Não a conhecia, portanto, quero agradecer ao canal por ter me dado a oportunidade e ainda mais agradecer a educação da entrevistadora por ter dado pleno espaço e ter sabido intervir em momentos bastante oportunos. É uma pena que tal entrevista tenha ainda poucas visualizações, mas o trabalho do canal tem se mostrado altamente necessário. Mais uma vez, muito obrigado.

  3. tatti salles says:

    Óbvio que há racismo no Brasil, pois somos infelizmente um país onde a falta de educação ainda impera. Pessoas pouco educadas tendem a ser mais racistas, autoritárias e grosseiras. Além disso, somos um país herdeiro de um passado colonial escravocrata. Não há como sair incólume da história.
    Mas discordo que o Brasil seja o país mais racista do mundo. Se assim fosse, como classificar o sul dos EUA, com seus supremacistas brancos desmiolados?
    O Brasil nunca teve nada parecido com o KKK, com as leis segregacionistas pré Direitos Civis, com atentados violentos como aquele de Charleston, no qual cristãos negros foram assassinados por um psicopata racista na porta da Igreja. Bem como nunca tivemos, ainda bem, as absurdas leis da Virgínia que proibiam casamento inter racial até recentemente, quando a Suprema Corte interveio. O Brasil é um país mestiço.
    Ela fala que existem mais bonecas loiras do que negras nas prateleiras das lojas, que há mais protagonistas brancas nas novelas do que negras, e que há poucas negras na publicidade. Tudo isso é verdade, e pode ser discutido. Mas é motivo para dizer que o Brasil é o país mais racista do mundo?
    Desculpe Consulesa, mas a senhora viajou. A sua própria França natal é bem mais racista em matéria de costumes do que o Brasil. Por que não vai perguntar ao Lagerfeld o motivo de uma mulher negra nunca ter feito a propaganda do Chanel nº 5?
    Não gosto quando esses intelectuais gringos ficam pintando o Brasil como o fim do mundo.

  4. Gustavo Henrique says:

    eu discordo o preconceito não é contra negros, mas contra os pobres e isso é institucionalizado no estado
    com a casta dos funcionarios publicos com supersalarios, dos empresarios que mamam nas tetas do estado e de um judiciario que protege o interesse do sistema, até então, ainda bem que temos a lava jato que essa sim mostrou o brasil real

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